agosto 2010

A equipe de Expedicionários da Saúde tem o prazer de informar os resultados da Expedição SOS Haiti.

Desde que o terremoto devastou o Haiti no início deste ano, os médicos brasileiros se mobilizaram, deixaram seus consultórios e suas famílias, para atender de forma voluntária as vítimas daquele país.

Instalados no Hospital Canadense Brenda Strafford, em Les Cayes, cidade localizada a 150 quilômetros da capital Porto Príncipe, os “Doctor Brasilien” ,como são conhecidos pela população, tornaram-se referência na região para tratamento de casos ortopédicos complexos.

Devido à falta de médicos especializados no Haiti,  entendemos que não é possível finalizar o trabalho iniciado, já que muitos dos pacientes operados necessitam de revisão, acompanhamento e novas cirurgias de correção.

Como ainda não há data prevista para finalização dos trabalhos no Haiti, Expedicionários da Saúde irão manter uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros e logísticos que estarão se revezando regularmente.

Até Outubro de 2010 foram enviadas ao Haiti 7 equipes , realizando um total de 359 cirurgias e aproximadamente 1.515 atendimentos ambulatoriais.

Os resultados alcançados só foram possíveis graças ao apoio de nossos parceiros, além do patrocínio fundamental de empresas socialmente responsáveis.

1ª Equipe:
Adielson Rodrigues – Enfermeiro
Andre Carresso Pierro – Cirurgião Geral
Gustavo Magnusson – Fotógrafo
Hernane Santos – Enfermeiro
Joao de Carvalho Neto – Ortopedista
João Paris Hollanda – Ortopedista
José Luis Amim Zabeu – Ortopedista
Luis Francisco de Macedo – Logístico
Leandro Lima – Instrumentador
Rafael Barreto – Ortopedista
Ricardo Affonso Ferreira – Ortopedista
Ricardo Axcar – Ortopedista
Roberto Picarte Millani – Anestesista
Rubens A. Fichelli – Ortopedista
Sandra Maia – Enfermeira
Thiago Frederico Nouer – Anestesista
Valquiria Marques – Enfermeira
Veridiana oliveira – Enfermeira
Vonei Amoin – Enfermeiro
Walter Pereira – Enfermeiro
Wilmar Torrano – Radiologia

2ª Equipe:
Celina Jaworski – Anestesista
Denilson Pereira – Enfermeiro
Dennilson Moreira – Ortopedista
Diego Soares – Enfermeiro
Ellen Pereira – Anestesista
Fernando Ventin – Ortopedista
José Cesar Viana – Téc.em radiologia
José Eugenio Garcia – Enfermeiro
José Luis G. do Amaral – Anestesista
Luciane Cavagioni – Enfermeiro
Lucio Nuno – Ortopedista
Rafael Mohriaki – Ortopedista
Ricardo Costa do Val – Cirurgião vascular
Robson Azevedo – Ortopedista
Sergio Lobo – Anestesista

3ª Equipe:
André Luz Pereira Romano – Anestesista
André Spoto Angeli – Ortopedista
Bernardo Barcellos Terra – Ortopedista
Eliel Martins da Silva – Enfermeiro
Ernesto de Souza – Tec. Radiologia
José Mario da Silva – Enfermeira
Kennethy Ribeiro Ferrari – Logística (ADM)
Lia Jeronymo Romero – Enfermeira
Lucas de Castro Boechat – ortopedista
Marcelo Vieira da Silva – Anestesista
Marcia R. Henna – Pediatra
Marion Elmer – Anestesista
Martin Affonso Ferreira – Anestesista
Mirian Correa Rangel Faria – Enfermeira
Roberta Murasaki – Cirurgiã Vascular

4ª Equipe:
Arthur Guimaraes Naves – Anestesista
Daniele Santos De Jesus – Enfermeira
Fabio Lambertini Tozzi – cirurgião geral
Gabriela Cabral – Enfermeira
Luis Fernando M.Bucartte – Ortopedista
Paulo Afonso Martin Abati – Clinico geral
Ricardo de Sousa e Silva Morelli – Ortopedistas

5ª Equipe:
Caren Kazue Hirata – Cirurgiã Vascular
Eliel Martins da Silva – Enfermeiro
Graziella Prianti Cunha – Anestesista
Joao paris Holanda – Ortopedista
Marco Guedes – Ortopedista
Maria Clara P. Manoel – Enfermeira
Mauro Antonio Moreira – Ortopedista
Nelson de Luccia – Cirurgião Vascular
Ricardo A. Ferreira Filho – Logístico
Vanessa C.de Moraes – Tec. enfermagem
Vitor F. de Toledo Funck – Anestesista
Wilson Estevam Filho – Enfermeiro

6ª Equipe:
Dilson Pereira – Cirurgião Geral
Cassius Lima Dias – Enfermeiro
Eduardo Shimabukuro – Ortopedista
Eliel Martins da Silva – Enfermeiro
Margarita Gama – Anestesista
Osmar Lúcio Silva – Ortopedista
Paulo Domingues – Logístico
Ricardo A. Ferreira Filho – Logístico
Taís Menin – Anestesista

7º Equipe

Ricardo Affonso Ferreira
Luis Francisco Demacedo
Ricardo Ferreira
Eliel Martins
Ricardo Affonso Ferreira Filho
Otilia Barradas
Otavio Holanda
Gabriela Cabral
Graziela Cunha
Julio Brandão

Há muito ainda a ser feito e estamos certos de podermos contar com o seu inestimável apoio para que possamos dar continuidade ao Projeto de levar saúde  e qualidade  de vida para quem não tem acesso.

Agradecemos mais uma vez o apoio de todos.

Um grande abraço,

Ricardo Affonso Ferreira
Médico – Presidente

  

Objetivo:

O objetivo da Viagem Exploratória às Terras Indígenas do povo Kayapó foi o de familiarizar os integrantes da equipe dos Expedicionários da Saúde e do Ministério da Cultura com os aspectos, facilidades e dificuldades da região que está sendo considerada para abrigar uma futura Expedição do Programa Operando na Amazônia dos Expedicionários da Saúde, bem como identificar, estabelecer e consolidar contatos e parcerias locais e institucionais que possibilitem e/ou facilitem a condução das futuras operações.

Localização:

A área de abrangência desta Expedição compreendeu as Terras Indígenas Kayapó demarcadas no Estado do Pará. A área é banhada a oeste pelo Rio Xingu, ao centro pelo Rio Riozinho e a leste Rio Fresco a leste. Os Kaypós habitam também as Terras Indígenas do Baú, Mekragnoti, Paraná, Badonkorê e Capoto Jarina totalizando aproximadamente seis mil indivíduos desta etnia.

O povo Kayapó distribui-se por 19 aldeias espalhadas por uma área de aproximadamente 400 km x 400 km localizada em sua maior parte no estado do Pará, ao Norte do Parque Nacional do Xingu no Estado do Mato Grosso. As aldeias Kayapó abrigam em média 200 pessoas podendo ter no entanto desde 100 até 900 moradores. A terra indígena Kayapó abrange os municípios de Bannach, Cumaru do Norte, Ourilândia do Norte, São Félix do Xingu e Pau D’arco.

Nas terras indígenas Kayapó ainda subsistem ajuntamentos totalmente isolados com aproximadamente 200 indivíduos com os quais nem mesmo os Kayapó mantém contato. Eventualmente podem acontecer atritos violentos com estas populações isoladas com foi o caso recentemente na aldeia de Moykarako.

Na quase totalidade dos núcleos de habitação Kayapó, funcionam escolas com as séries iniciais do Ensino Fundamental, cada uma sob a responsabilidade de um ou dois professores brancos, contratados pela Prefeitura Municipal responsável pela jurisdição em que se encontra a escola.

O site do Instituto Sócio Ambiental apresenta um breve histórico do convívio recente entre brancos e os índios Kayapós.

“Nos anos 80 e 90, os Kayapó tornaram-se célebres na mídia nacional e internacional pela ativa mobilização em favor de direitos políticos, da demarcação de suas terras, e também pela forma intensa como se relacionam com os mercados locais, em busca de produtos industrializados. No curso dessa mobilização, rostos como o dos líderes Ropni (mais conhecido como Raoni) e de Bepkoroti (Paulinho Payakã), tornaram-se mundialmente famosos, clicados pela imprensa ao lado de artistas, personalidades e grandes chefes de estado. Suas aparições espetaculares em Brasília, durante o processo da Assembléia Constituinte, e a intensa movimentação desses líderes em articulações no Brasil e no exterior foram a marca do período.

O ponto culminante parece ter sido o célebre encontro pan-indígena de Altamira em fevereiro de 1989, de grande repecurssão na imprensa, em que lideranças de comunidades Kayapó, junto com representantes de 24 povos indígenas, além de grupos ambientalistas de vários países, reuniram-se para impedir a construção de um complexo hidrelétrico no rio Xingu, em particular a usina de Kararaô. No ano anterior, Payakã estivera nos Estados Unidos, a convite dos antropólogos americanos Darell Posey e Janet Chernela, para denunciar o mesmo projeto e questionar representantes do Banco Mundial que o financiariam. Paralelamente, Raoni havia conquistado auxílio internacional do cantor Sting, que resultou na criação de organizações não governamentais de proteção à floresta e aos Kayapó, como a Rainforest Foundation e sua filial brasileira Fundação Mata Virgem (Rabben, 1998). Em novembro de 1989, Payakan foi agraciado com a medalha de honra da Better World Society, entidade filantrópica de defesa da ecologia e do bem estar da humanidade, na categoria Proteção do Meio Ambiente.

No início dos anos 90, portanto, a associação dos Kayapó com o discurso ambientalista internacional estava no auge. É possível que, dadas as circunstâncias, os líderes Kayapó tenham se valido dessa representação para chamar a atenção da opinião pública internacional acerca dos problemas que os afligiam, sobretudo a situação de suas terras. Mas a imagem idealizada que parte do movimento ambientalista tinha dos Kayapó impediu de ver que a defesa que estes faziam da floresta e da natureza não tinha um fim em si mesmo, nem baseava-se numa suposta pureza silvícola. Fica a impressão de que a ajuda internacional só se interessava pelos índios na medida que eles se comportavam como defensores da natureza. Como observou o antropólogo William Fisher (1994:229), era como se o modo de vida indígena só valesse a pena ser preservado na medida em que fosse benéfico ao meio-ambiente, e não em razão de seus direitos de auto-determinação enquanto povo. E se é verdade que um simples olhar em imagens de satélite atesta que, na Amazônia, as áreas indígenas, incluindo a dos Kayapó, são ilhas de cobertura vegetal, cercadas pelo desflorestamento do entorno, isso certamente não ocorre pelo fato de os índios pensarem como os ecologistas.

Nesse contexto, ao mesmo tempo em que, no nível global, eram vistos defendendo a floresta, localmente os Kayapó faziam negócios com aqueles agentes econômicos que mais provocam danos ambientais na Amazônia: a exploração de madeira e o garimpo. Essa característica custou caro à imagem dos Kayapó, sobretudo após o incidente que envolveu o líder Payakã em uma acusação de violência sexual. As notícias das relações comerciais dos índios, somadas à exploração ideologizada do episódio, fizeram com que os Kayapó passassem de heróis ecológicos a verdadeiros vilões da Amazônia. A acusação a Payakan caiu como uma luva aos inimigos da causa indígena, em meio à Rio-92, grande conferência das Nações Unidas sobre meio-ambiente e desenvolvimento. Freire (2001) mostra como a imprensa brasileira procurou demolir a versão ecológica dos Kayapó, para substituí-la por outra, em que apareciam como ricos capitalistas, latifundiários, privilegiados, “acaboclados”, vivendo todos os piores vícios da civilização, envolvidos em atividades altamente predatórias como o garimpo e a exploração de madeira.

No entanto, da perspectiva dos índios, alinhar-se com os ambientalistas e negociar com a economia local com a qual convivem de longa data faz igualmente parte de suas estratégias de relacionamento com o mundo dos brancos, parte do seu modo de enfrentar as novas condições históricas que se lhes apresentam. Na ausência de uma política governamental para a questão indígena, os Kayapó trataram de obter por conta própria recursos (simbólicos, políticos e econômicos) fundamentais para sua reprodução social. Não apenas bens de consumo, serviços, atendimento médico, mas também possíveis parceiros e colaboradores. Daí a necessidade de chamar atenção internacional para o problema da demarcação de suas terras, para quem estava disposto a ouvir. Daí negociar parte dos recursos naturais de suas terras em troca de dinheiro.

Além disso, as idealizações (positiva ou negativa) dos brancos não permitiam enxergar que essas estratégias nunca foram consensuais, provocando muitas vezes conflitos internos, e até cisões nas comunidades, entre os partidários de um ou outro tipo de atuação. Os Kayapó não são um bloco monolítico de pensamento e atitudes. É preciso entender suas ações e estratégias tanto no contexto de sua “política externa” (luta por autonomia e afirmação étnica), quanto no de sua “política interna”, que envolve também disputas por prestígio entre lideranças intra e interaldeãs e grupos de idade.

Por outro lado, a experiência acumulada diz aos Kayapó que nem sempre se pode confiar no kuben (“branco”), e que as parcerias são intrinsecamente instáveis e conflituosas. Para eles, os brancos não se comportam adequadamente, pois mentem em demasia (kuben ênhire), ou como costumam descrever jocosamente os Xikrin, têm “duas bocas” (japê kré amé). Os Kayapó sabem que as negociações com madeireiros e garimpeiros, apesar de importantes em algum momento, foram prejudiciais e quase sempre desonestas. Hoje, mostram-se abertos a alternativas ao modelo econômico predatório que se enraizou fortemente na Amazônia sobretudo no regime militar. Os Xikrin, por exemplo, romperam todos os contratos com madeireiros no início da década de 90 e apostaram no desenvolvimento de um modelo de exploração florestal sustentável e renovável, dentro dos padrões de certificação internacional. Foram o primeiro grupo indígena no Brasil a ter um Plano de Manejo Florestal aprovado pela Funai e pelo Ibama, e hoje começam a despontar como exemplo não só para os outros Kayapó, como para todo o estado do Pará, no que diz respeito à questão madeireira. Atualmente, muitas comunidades Kayapó desenvolvem projetos de alternativas econômicas sustentáveis, em parcerias com ONGs e agências multilaterais de financiamento.”

Equipe Percursora:

Ricardo Affonso Ferreira – Presidente da Organização Expedicionários da Saúde
Márcia Abdala – Logística
Luis Francisco de Macedo – Logística
Frederico Maia – Ministério da Cultura
Helio Neto – Ministério da Cultura

BAHEMA, DELOITTE e a WEM agora fazem parte do grupo de patrocinadores e se juntaram aos Expedicionários da Saúde. Agradeçemos a todos.”

A Bahema S/A foi constituída na Cidade de São Paulo, SP, em 1960, com a denominação de Companhia Nacional de Equipamentos. A Bahema SA atuou nos setores de equipamentos e alimentos, posteriormente transformando-se em uma holding de posições minoritárias de ações diversificadas em bolsa. Em março de 2007 a controlada Bahema Participações S/A formou a Bahema Gestão de Ativos Ltda., com o objetivo de administrar recursos de terceiros através de fundos de investimentos em ações.

A “Deloitte” é a marca sob a qual dezenas de milhares de profissionais dedicados de firmas independentes de todo o mundo colaboram para oferecer serviços de auditoria, consultoria tributária, consultoria empresarial, consultoria em gestão de riscos empresariais, corporate finance e outsourcing para clientes selecionados
No Brasil, onde atua desde 1911, a Deloitte é uma das líderes de mercado e seus cerca de 4.000 profissionais são reconhecidos pela integridade, competência e habilidade em transformar seus conhecimentos em soluções para seus clientes.

A WEM tem apoiado fortemente os Expedicionários da Saúde, em nossas atividades de atendimento médico às comunidades indígenas geograficamente isoladas na Amazônia Legal. Recentemente recebemos o apoio para a ampliação e montagem de nosso consultório de Ginecologia e Obstetrícia.

Silas,
com a perna nova, pode ser o goleiro da turma e participar do jogo de
futebol com os meninos da aldeia, outra vez. Nada disso se compara ao
prazer de estar na floresta.

A expedição dos médicos e cirurgiões de Campinas, os Expedicionários da Saúde, se estendeu do Amazonas até São Paulo. Para cá eles trouxeram Silas, o menino que perdeu uma perna por causa da mordida de uma cobra surucucu e agora vai receber uma prótese. Ele está em uma clínica especializada em próteses para amputados.

“Ele está abismado, vendo as pessoas amputadas andando com aparelho e está maravilhado com isso, estamos criando um sonho para ele”, comemora o ortopedista Marco Antonio Guedes Pinto.
O médico ortopedista que atende Silas logo surpreende o menino. Ele também é um amputado.

Silas vai ganhar uma perna nova, de alumínio, plástico e titânio, o pé é de fibra de carbono revestida com pneu de avião. Pode caminhar pela floresta e até entrar na água. Tudo foi cedido por uma empresa alemã em parceria com a clínica que fez o trabalho.

Com a perna nova, Silas percebe que terá outros alcances. O pai, Lourival nem acredita que está vendo o filho tão feliz.

Silas ainda está em São Paulo e faz os últimos testes com a perna nova. Pisa em um pedacinho de terra, espaço restrito que a cidade permite.

Do espaço espremido de São Paulo para a largueza do Rio Amazonas. Na voadeira, são quatro horas pelo rio Amazonas e Andirá, depois uma troca para um barco menor, para poder entrar nas calhas estreitas e rasas dos braços do Rio Araticum que levam até a aldeia de Boa Fé.

Um menino acompanha o barco na margem. Curioso, quer ver quem está chegando. Tenta entender o que está acontecendo até reconhecer Silas.

Já em terra, o menino olha bem de perto que perna é aquela, tenta entender tanta novidade. Os outros meninos da aldeia também fazem companhia e sobem todos juntos até a casa de Silas e Lourival.

A mãe de Silas, com a filha mais nova no colo, viu o marido e o filho passarem e apenas sorriu, discreta. Depois de dois meses de ausência, eles voltam todos juntos para casa. Na porta de entrada, Silas para e se apóia. Tudo enfim reencontrado.

Lá dentro, além dos seis irmãos de Silas, outras tantas crianças da vizinhança. Quando tudo parece mais tranquilo a mãe faz perguntas e carinhos.

Silas, com a perna nova, pode ser o
goleiro da turma e participar do jogo de futebol com os meninos da
aldeia, outra vez. Nada disso se compara ao prazer de estar na floresta.

 

Teve início no Centro de Estudos de Pessoal, no Leme, o CIMIC 2010-1

No dia 6 de abril de 2010, no auditório do Centro de Estudos de Pessoal, o Sr Coronel PEDRO AURÉLIO DE PESSÔA, Comandante do Centro de Instrução de Operações de Paz, abriu o Simpósio de Cooperação Civil-Militar em Operações de Paz 2010-1 (CIMIC), proferindo a palestra inaugural. O Comandante do CI Op Paz, durante sua palestra, convidou a Sra Dra MARCIA ABDALA a dar seu depoimento sobre a iniciativa dos Expedicionários da Saúde em levar ajuda humanitária para amputados no Haiti, imediatamente após o terremoto que assolou o país.
Logo depois, o Sr Capitão de Mar-e-Guerra JOSÉ ALBERTO CUNHA COUTO palestrou sobre “O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) em face de desastres naturais – procedimentos e experiências recentes” e contou com colaboração do Sr J. A. DE MACEDO SOARES, Secretário Adjunto da Secretaria de Acompanhamento e Estudos Institucionais do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, influindo positivamente para o debate sobre o importante tema.
No turno vespertino, assistiu-se à palestra “O Ministério das Relações Exteriores (MRE) em face desastres naturais – procedimentos e experiências recentes”, realizada pelo Sr Ministro MILTON RONDÓ FILHO, Coordenador-Geral de Ações Internacionais de Combate à Fome (CGFOME). Encerrando as atividades do primeiro dia do CIMIC, o ST CARLOS EDUARDO FURQUIM, monitor do CI Op Paz, discorreu sobre o tema “Análise de Risco”, destacando para os participantes os aspectos práticos mais relevantes para a garantia da segurança em ambiente com grau de risco e em missões de paz.